O que será que é a solidão?
Acho que para cada um é uma coisa, pois ela é um sentimento e como todos os outros um sentimento individualizado e único em quem sente. Aliás é único de quem sente.
No dicionário está definida assim: solidãoso.li.dão sf (lat solitudine) 1 Condição, estado de quem está desacompanhado ou só. 2 Lugar ermo, retiro. 3 Apartamento, isolamento. 4 Caráter dos lugares ermos, solitários.
Achei engraçado nas definições aparecer apartamento...deve ser por isso então q as vezes eu me sinto só aqui em casa, ou melhor, no meu apertamento. Solidão é uma coisa muito relativa, as vezes a gente está cercado de pessoas mas está sozinho, não necessariamente sozinho porque não conhece ninguem como em uma fila de banco, mas sozinho porque não se sente querido ou simplesmente não sente que sentiriam a sua falta!
É difícil e bom estar sozinho. Se eu morasse em uma cidade de praia gostaria de ir sentar na areia ou nas pedras e ficar olhando para o nada, assim como ja fiz várias vezes. Mas morando aqui nessa cidade solitária e sem mar para olhar eu me sinto sozinho, e com a falta do mar, as vezes preso!
4 Caráter dos lugares ermos, solitários. Acho que JF tem sido um lugar ermo, mesmo sem ter muita certeza do que isso significa. Aqui as pessoas são tão vazias, não todas é lógico, mas uma grande parte das que eu convivo e das que eu simplesmente vejo ou falo um oi. Sinto nelas um vazio diferente do que eu sinto. O meu vazio é definido por uma car~encia de algo maior, talvez algum sentimento enquanto o vazio delas é superficial...pelo menos a mim parece assim!
E na solidão de cada dia eu vou levando as minhas costas cansadas sobre os meus pés parafusados, no sentido denotativo da palavra!
Sinto falta de algo, falta de alguma coisa que talvez tenha até sido boa um dia, mas que tenho certeza que na será tão boa aqui na cidade dos solitários! Ou pelo menso na cidade de UM solitário.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
QUANTO TEMPO É UM ANO?
Há quem diga q um ano é pouco tempo e que passa muito rápido. Tenho certeza que vc tabém ja ouviu alguem dizer "Nossa esse ano passou voando". Talvez até vc mesmo ja pensou isso né...mas será q o ano passa mesmo tão rápido? Será que é mesmo pouco tempo?
Acho q tudo depende do angulo pelo qual é visto. Para um historiador, um ano no tempo de existência do planeta não é nada. Por sua vez, um enfermo em fase terminal conta os dias esperando viver mais um ano!
Pra mim os anos não parecem passar tão depressa, ainda mais quando paro e penso em tudo q aconteceu no meu primeiro ano em Juiz de Fora!
Em um ano eu pude perceber que amizades não nascem de um dia pro outro, que amigos que estão longe se fazem mais presentes do que nunca quando se está sozinho, que as pessoas, nem sempre, são o que aparentam, que a vida pode ser simples e gostosa como o barulhinho do vento e dos motores dos planadores, que ser amigo é muito mais q sentar e tomar uma cervejinha, que um ano passa devagar demais quando se espera para ver um amigo q está longe, que se deve ter cuidado com contos de fadas pq existem as bruxas, que o tempo passa rápido quando se está com quem se está apaixonado, mas tb que um ano pode ser uma eternidade quando se tem q conviver com pessoas desagradaveis.
Em um ano eu pude ver q faz muita falta as gargalhadas descontroladas da Susi, que a comida do RU não é tão ruim, que o pc do Gustavo é lento, mas faz uma falta, que as pessoas q a gente ama também deixam essa vida e same a procura de alguma coisa fora desse plano, que a cidade pode ser até agradável, que chão molhado é um perigo e lembrei q trocar bilhetinho é muito bom e não é coisa de colégio.
Um ano e algumas coisas não mudaram. A Facom continua uma zona, a minha vontade de mudar daki continua também, a saudade de floripa só aumenta, também não mudou o gosto do suco de goiaba do Ru, o sorriso aperadinho da Tete, a cara de desespero da Geani, o uno azul do Juan, as esperas de onibus com o Teo, a péxera da Róbérta!
Ao mesmo tempo algumas coisas mudaram mesmooooo! A Maressa descobriu q ICE é bom, a Susi descobriu q eu tenho Mario, no meu apt agora não tem cachorro, a Mari tiorou carteira, a Bruninha parou de vender sanduba ( =( ), a Aline apareceu pra me deixar mais feliz, minha cabeça está menos confusa.
Em um ano eu também descobri novas saudades, saudades da minha avó q foi dar uma volta, do cheiro do camarão do Bocas, de ver Alf de madrugada comendo mixto-quente, saudades do George, do Junenhow, das tardes com a Gabi na janela, das viagens da karol, e incrivelmente até das bagunças da KK! Saudades dos dias que passei no paraíso! Outras saudades só se intessificaram....
Eh, um ano é mesmo muito tempo.....tempo suficiente pra eu descobrir muitas coisas boas e ruins....muito tempo para experimentar o gosto de sabores doces e amargos q eu jamais tinha experimentado. Muito tempo pra saber que os bons amigos existem e alguns estão bem aki do meu lado!
Um ano de facom, um ano de JF, um ano de saudades enormes e aprendizados importantissimos!
Acho q tudo depende do angulo pelo qual é visto. Para um historiador, um ano no tempo de existência do planeta não é nada. Por sua vez, um enfermo em fase terminal conta os dias esperando viver mais um ano!
Pra mim os anos não parecem passar tão depressa, ainda mais quando paro e penso em tudo q aconteceu no meu primeiro ano em Juiz de Fora!
Em um ano eu pude perceber que amizades não nascem de um dia pro outro, que amigos que estão longe se fazem mais presentes do que nunca quando se está sozinho, que as pessoas, nem sempre, são o que aparentam, que a vida pode ser simples e gostosa como o barulhinho do vento e dos motores dos planadores, que ser amigo é muito mais q sentar e tomar uma cervejinha, que um ano passa devagar demais quando se espera para ver um amigo q está longe, que se deve ter cuidado com contos de fadas pq existem as bruxas, que o tempo passa rápido quando se está com quem se está apaixonado, mas tb que um ano pode ser uma eternidade quando se tem q conviver com pessoas desagradaveis.
Em um ano eu pude ver q faz muita falta as gargalhadas descontroladas da Susi, que a comida do RU não é tão ruim, que o pc do Gustavo é lento, mas faz uma falta, que as pessoas q a gente ama também deixam essa vida e same a procura de alguma coisa fora desse plano, que a cidade pode ser até agradável, que chão molhado é um perigo e lembrei q trocar bilhetinho é muito bom e não é coisa de colégio.
Um ano e algumas coisas não mudaram. A Facom continua uma zona, a minha vontade de mudar daki continua também, a saudade de floripa só aumenta, também não mudou o gosto do suco de goiaba do Ru, o sorriso aperadinho da Tete, a cara de desespero da Geani, o uno azul do Juan, as esperas de onibus com o Teo, a péxera da Róbérta!
Ao mesmo tempo algumas coisas mudaram mesmooooo! A Maressa descobriu q ICE é bom, a Susi descobriu q eu tenho Mario, no meu apt agora não tem cachorro, a Mari tiorou carteira, a Bruninha parou de vender sanduba ( =( ), a Aline apareceu pra me deixar mais feliz, minha cabeça está menos confusa.
Em um ano eu também descobri novas saudades, saudades da minha avó q foi dar uma volta, do cheiro do camarão do Bocas, de ver Alf de madrugada comendo mixto-quente, saudades do George, do Junenhow, das tardes com a Gabi na janela, das viagens da karol, e incrivelmente até das bagunças da KK! Saudades dos dias que passei no paraíso! Outras saudades só se intessificaram....
Eh, um ano é mesmo muito tempo.....tempo suficiente pra eu descobrir muitas coisas boas e ruins....muito tempo para experimentar o gosto de sabores doces e amargos q eu jamais tinha experimentado. Muito tempo pra saber que os bons amigos existem e alguns estão bem aki do meu lado!
Um ano de facom, um ano de JF, um ano de saudades enormes e aprendizados importantissimos!
quarta-feira, 25 de julho de 2007
E NA ERA DO BLOG...
Bom, é muito fácil a gente chegar na facul e ouvir os professores falarem sobre um mundo que se virtualiza. Um pouco mais complicado é ouvir o que eles dizem e ler todos os livros indicados para que possamos tentar entender a virtualização. Acredito que o mais difícil, seja juntar os dois passos anteriores no estudo prático da vida contemporânea!
É engraçado como nós conseguimos agregar, quase que por simbióse, os novos aparatos eletro-eletrônicos, que por sua vez, possuem a capacidade de virtualizar algo chamado real! Estão ae como prova os simuladores da realidade, como o "Second Life", os namoros via msn, o enorme acesso as salas de bate-papo pela necessidade de um contato humano, as vide-confências e mais uma série de sentimentos humanos expressados em processos virtuais.
Mas o que é real?? O que é virtual?
Em um mundo inconstante, entre mudanças bruscas, a realidade(físico) confunde-se com o ficcional(imáginario, psicológico) fazendo com que nós, criadores de tal ficção, percamos o controle sobre a barreira que divide essas duas vertentes humanas. Tal descontrole faz com que as perguntas acima sejam respondidas de acordo com a visão individual de quem as interpreta! Para mim real e virtual, coexistem na sociedade e são interdependentes, uma vez que nós, capitalistas ocidentais, não vivemos mais sem mídia, sem próteses e sem as milhares vantagens que a vida virtualizada nos traz.
Sei que não se resume um assunto tão polémico à essas poucas linhas, mas com certeza isso já é o começo de uma reflexão particular!
É engraçado como nós conseguimos agregar, quase que por simbióse, os novos aparatos eletro-eletrônicos, que por sua vez, possuem a capacidade de virtualizar algo chamado real! Estão ae como prova os simuladores da realidade, como o "Second Life", os namoros via msn, o enorme acesso as salas de bate-papo pela necessidade de um contato humano, as vide-confências e mais uma série de sentimentos humanos expressados em processos virtuais.
Mas o que é real?? O que é virtual?
Em um mundo inconstante, entre mudanças bruscas, a realidade(físico) confunde-se com o ficcional(imáginario, psicológico) fazendo com que nós, criadores de tal ficção, percamos o controle sobre a barreira que divide essas duas vertentes humanas. Tal descontrole faz com que as perguntas acima sejam respondidas de acordo com a visão individual de quem as interpreta! Para mim real e virtual, coexistem na sociedade e são interdependentes, uma vez que nós, capitalistas ocidentais, não vivemos mais sem mídia, sem próteses e sem as milhares vantagens que a vida virtualizada nos traz.
Sei que não se resume um assunto tão polémico à essas poucas linhas, mas com certeza isso já é o começo de uma reflexão particular!
Assinar:
Postagens (Atom)