domingo, 2 de janeiro de 2011

Balada imperdível em cartagena



Ontem saí com os novos amigos colombianos para uma balada diferente de tudo que eu ja fui até hoje. O lugar se chama Mister Babilla e está localizado na cidade murada em Cartagena. Para aqueles que como eu adoram essa coisa latina de muitas cores, pessoas felizes, musica latina, pessoas dancando muito esse é o lugar certo! Chegamos na festa umas 10 horas (sim! aqui eles saem mais cedo) e saimos por volta das 3 da manha! para nao gastar muito o melhro é comprar uma garrafa de rum (90.000 pesos ou 80 reais) e dividir para quem estiver na mesa!
No caso de ontem estavamos em 6 nessa mesa e a garrafa saiu por 15.000 pesos para cada um e deu pra fazer uns muitos copos com coca!!!

Para entrar eu paguei 10.000 pesos, mas como tudo aqui isso depende de quanta cara de gringo vc tem...alguns entraram de graca! As mulheres sempre entram de graca...so se forem gringas e estiverem com namorados que eles acabam cobrando..se elas pagam, muito bem..se nao pagam...esta bem tb! hehe

No meio da noite eles jogam umas bolas (tipo kiko) pra galera,e todo mundo comeca a jogar pra cima, ai comecam umas performances com uma s10 cada uma em uma parte da casa ( que por sinal é enorme)!! Parece festa de propaganda de cerveja em que todos estao muiiiiiiiiiiiiiiiiito felizes! hehe

saimos de la e comemos um perro caliente (ou cachorro quente) que custou 6.000 pesos, mas estava muiiiiiiiiiiiiiiito gostoso!

resumindo foi uma noite perfeita que saiu por R$ 40,00! Vale a pena vir a Cartagena!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Vou voltar mais gordo!


me lembro da primeira vez que experimentei um Patacon no Brasil! Alí tive a impressao que me daria muito bem com a comida Colombiana!
Agora que eu estou aqui tenho mais certeza disso! Tudo é muito gostoso, tem muito sabor e está disponível em qualquer esquina e por um preño muito barato!
para as pessoas mais frescas, existem também os restaurantes mais caros e mais arrumados...para quem está disposto a comer e nao quer gastar muito o mlehor sao as barraquinhas de fritos!
Tem arepas com ovos e carne, enpanadas, patacones e até um bolinho de aipin que eu esqueci com falam por aqui!

para acompanhar voce pode pedir una chicha de arroz que é um suco de arroz que eles fazem e colocam nas garrafas de refrigerantes (ou gaseosas) vazias...pode parecer nao muito higienico para os costumes brasileiros mas é delicioso!

Em breve um pouco mais de cartagena!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Frio na Barriga


São 00:53 e em 8 horas embarco para meu intercâmbio em Cartagena / Colombia. Durante quase dois anos trabalhei em uma organização chamada AIESEC e tive a oportunidade de conhecer muitas pessoas que estavam fazendo seus intercâmbios no Brasil, tive inclusive a chance de possibilitar que pessoas viessem para conhecer meu país. Agora chegou a minha vez. Vou viver o que vendi nos últimos 2 anos.

Aos que estiveram comigo nesse tempo, principalmente nesse ano de 2010 em que eu tive a oportunidade de gerir um time de 16 pessoas e ouvi muito dos meus amigos que eu não fazia mais nada! Por um lado é verdade, mas quero dizer para todos os que reclamaram de saudade que vocês sempre estiveram comigo no que eu fazia dia a dia!

Bom estou correndo para cochilar antes de viajar e assim que der posto notícias e fotos do meu intercâmbio! Confesso que desta vez estou muito mais ansioso que no meu primeiro intercâmbio nos EUA!! MUITO MAIS!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Porque o terno?



Aproveitando o texto do Papai Noel, resolvi falar de outra coisa que não entra muito na minha cabeça. Desafio qualquer pessoa a me dar uma razão lógica para usarmos terno, gravata e sapatos em uma segunda-feira de 40º! Eu sei que muita gente acha bonito, que se pudesse não tirava o paletó nem para tomar banho, mas o que me incomoda é a obrigatoriedade do traje. Hoje mesmo fiquei pensando sobre isso quando vi um menino de terno na cantina da universidade, porque usar terno pra trabalhar até vai, mas ficar na aula com uma gravata apertando o seu pescoço em uma hora que você pode usar bermuda e chinelo é uma coisa que vai bem além do que eu posso entender.
É aí que entra nossa geração, a famosa geração Y. Dizem que vamos mudar as relações de trabalho, a forma como seres humanos e máquinas interagem, as formas de contratação e as competências exigidas pelo mercado. Será que vamos mudar a forma de se vestir no trabalho também?
Para mim a resposta é sim. Algumas empresas no Brasil e no exterior já estão adotando sextas liberais, para que os profissionais possam ir mais a vontade, ou então liberdade para trajes usados dentro das empresas. Não estou aqui defendendo que a gente trabalhe de sunga, mas uma bermuda com uma camiseta de malha seria bem adequado para o clima que temos aqui. Falamos tanto em globalização, em respeito a diferenças culturas, sobre a necessidade de aceitar a forma de se vestir e viver de outros países, então porque não aceitarmos nossa própria cultura de país tropical e adotar trajes mais frescos.
Acredito que roupas mais leves facilitariam o trabalho, pois não conheço ninguém que goste de trabalhar se sentindo em um forno. O rendimento das pessoas com toda certeza seria melhor. Trabalhar mais a vontade, quem sabe usando um chinelo, seria uma forma de tornar as empresas um pouco mais parecidas com lugares em que gostamos de estar. Parece que a nossa geração vai acabar exigindo isso, uma vez que hoje queremos muito mais uma empresa que se identifique com nossos valores e cultura do que simplesmente se submeter a qualquer emprego por dinheiro.
Eu, e não só eu como muitos gestores, apostam que tornar a empresa um lugar agradável para estar será o futuro das organizações que quiserem sobreviver no mundo da geração Y. Vale pensar no que você espera do mercado quando estiver trabalhando. Terno e gravata, ou uma camiseta de malha?

sábado, 21 de novembro de 2009

Vai entender o veludo vermelho!

Hoje estava arrumando a loja da minha mãe e fiquei observanto a decoração natalina do vão central do Shopping. Se tratava de um trem que passeava no bosque do Papai Noel, com renas, muita neve, grandes bastões de peppermint, anões que parecem duendes ou duendes que parecem anões e o melhor o bom velhinho trajando uma quente equação que pode ser resumida em: Casaco + Calça + Gorro + Peruca + Barba + Botina + crianças de 2 a 8 anos pulando = 45º Celsius.
Aí me pergunto mais uma vez, o que milhões de pessoas se perguntam todos os anos: Qual o sentido de veludo e neve em um país tropical com um Natal de 40º? Tudo bem! Eu entendo que nós, como grande parte do mundo, herdamos esse tipo de simbologia dos Estados Unidos, e que lá neva, que eles realmente eles comem peppermint, que o cara que deu essa aparência para o Santo Turco em 1886 era americano...enfim sei de tudo isso, mas acho que está na hora da gente começãr a fazer um natal com uma cara mais brasileira, não é?
Esse ano, com o dólar mais baixo, eu aposto que não vão faltar castanhas, nozes, avelãs, damascos e bacalhau na mesa de boa parte do país. Eu, particularmente, prefiro um Natal bem brasileiro, tipo lombo com farofa e maionese. Somado a comida, um típico amigo oculto, no qual sempre existe o premiado do par de meias dado por uma tia sem noção, uma pessoa que não te vê desde que você tinha 12 anos e traz uma blusa P e o sem criatividade dá uma caixa de bom bom da mesma marca há 13 anos, enfim acho divertido e bem a cara de festa de família brasileira.
Voltando ao assunto da decoração, acho que a gente poderia investir em um Natal bem brasileiro, com Papai Noel na praia, visto nossos 9198 km de litoral ou então um Papai Noel da soja, já que exportamos só neste ano mais de 25 milhões de toneladas desse grão. Agora usar roupa de veludo, renas e trenó em um calor de 40º não dá! A não ser que as renas sejam jumentos do sertão e o trenó seja usado para fazer skibunda nas dunas de Natal.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Kirgistão

Quantas coisas acontecem sem que a gente espere? Quantas pessoas conhecemos e conversamos, quantas coisas descobrimos sem imaginar que isso vai acontecer?
Isso aconteceu hoje comigo. Estava em casa atualizando umas planilhas quando recebi um convite no Gtalk com um nome muito diferente, resolvi aceitar e logo a pessoa veio falar comigo. Se tratava de uma menina da Aiesec Kirgistão que logo me contou estar de malas prontas para uma viagem à Macedônia. Resolvi então conhecê-la melhor e aproveitar para saber mais sobre esse país que eu, sinceramente, não sabia onde ficava. Conversando com ela percebi o quão pouco sabemos sobre o nosso planeta. Conhecemos alguma coisa de Europa, América, talvez alguns países da Ásia, parece até que o mundo se resume a isso. Julgamos sempre pelo que já sabemos ou imaginamos saber. O que é o Kirgistão? Onde Fica? Quem são as pessoas que vivem la? São muçulmanos, cristãos, budistas? Essas foram perguntas que vieram imediatamente a minha cabeça!
Conversando com ela descobri que é um país localizado na Ásia central, próximo a China e ao Paquistão. Atualmente vivem sob um regime autoritário e durante os muitos anos de história foram Budistas, Shintoístas, Politeístas e hoje, são em sua maioria, muçulmanos. Segundo ela é um país muito singular que formado por um povo nômade, recebeu influências das mais diversas culturas se tornando oriental, com influências européias e resquícios do comunismo Russo. Nas montanhas, que varrem o país, ainda é possível encontrar alguns nômades mantendo vivas tradições muito mais antigas que nosso tempo de Brasil.
Ela me contou que vive em um país com belas paisagens e uma cultura muito rica, fruto de invasões que construíram o Kirgistão ao longo dos séculos. Sobre o Brasil, me disse ser um país em desenvolvimento que vem ganhando repercussão internacional pelo crescimento econômico e por paisagens paradisíacas.
É interessante ver como outras pessoas se reconhecem em suas culturas e como enxergam a nossa. E isso é um dos maiores presentes que a Aiesec tem me dado, o contato com pessoas de lugares no mundo que eu nunca tinha imaginado conhecer. Ter contato com essas pessoas me faz repensar a minha relação com o Brasil e com a diversidade que existe aqui e em tantos outros países que vão muito além de um ponto no google maps.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Solidão??

O que será que é a solidão?
Acho que para cada um é uma coisa, pois ela é um sentimento e como todos os outros um sentimento individualizado e único em quem sente. Aliás é único de quem sente.
No dicionário está definida assim: solidãoso.li.dão sf (lat solitudine) 1 Condição, estado de quem está desacompanhado ou só. 2 Lugar ermo, retiro. 3 Apartamento, isolamento. 4 Caráter dos lugares ermos, solitários.
Achei engraçado nas definições aparecer apartamento...deve ser por isso então q as vezes eu me sinto só aqui em casa, ou melhor, no meu apertamento. Solidão é uma coisa muito relativa, as vezes a gente está cercado de pessoas mas está sozinho, não necessariamente sozinho porque não conhece ninguem como em uma fila de banco, mas sozinho porque não se sente querido ou simplesmente não sente que sentiriam a sua falta!
É difícil e bom estar sozinho. Se eu morasse em uma cidade de praia gostaria de ir sentar na areia ou nas pedras e ficar olhando para o nada, assim como ja fiz várias vezes. Mas morando aqui nessa cidade solitária e sem mar para olhar eu me sinto sozinho, e com a falta do mar, as vezes preso!
4 Caráter dos lugares ermos, solitários. Acho que JF tem sido um lugar ermo, mesmo sem ter muita certeza do que isso significa. Aqui as pessoas são tão vazias, não todas é lógico, mas uma grande parte das que eu convivo e das que eu simplesmente vejo ou falo um oi. Sinto nelas um vazio diferente do que eu sinto. O meu vazio é definido por uma car~encia de algo maior, talvez algum sentimento enquanto o vazio delas é superficial...pelo menos a mim parece assim!
E na solidão de cada dia eu vou levando as minhas costas cansadas sobre os meus pés parafusados, no sentido denotativo da palavra!
Sinto falta de algo, falta de alguma coisa que talvez tenha até sido boa um dia, mas que tenho certeza que na será tão boa aqui na cidade dos solitários! Ou pelo menso na cidade de UM solitário.